Na construção dinâmica que se apresenta a seguir pode verificar que assim é. E também que assim não é para quadriláteross côncavos. Desloque os vértices do quadrilátero livremente para ver o que se passa. Depois, pode pensar em justificar esse resultado.
11.5.11
Relações métricas nos quadriláteros - lados e diagonais
A soma das diagonais de um quadrilátero convexo está entre os seus semiperímetro e perímetro.
Na construção dinâmica que se apresenta a seguir pode verificar que assim é. E também que assim não é para quadriláteross côncavos. Desloque os vértices do quadrilátero livremente para ver o que se passa. Depois, pode pensar em justificar esse resultado.
Na construção dinâmica que se apresenta a seguir pode verificar que assim é. E também que assim não é para quadriláteross côncavos. Desloque os vértices do quadrilátero livremente para ver o que se passa. Depois, pode pensar em justificar esse resultado.
5.5.11
Relações métricas nos quadriláteros - paralelogramos
Pelo vértice A do paralelogramo ABCD traça-se uma secante que intersete a diagonal BD no ponto E, o lado BC em F e o lado CD em F. Verifica-se que:
EA2 = EF.EG
3.5.11
Relações métricas no quadrilátero - trapézio, divisão das bases
Num trapézio ABCD, a bissetriz do ângulo formado pelos lados, AD e BC, não paralelos divide cada uma das bases, AB e CD, em segmentos proporcionais aos lados não paralelos que lhe são adjacentes:
MA / MB = ND / NC = AD / BC
28.4.11
Relações métricas no triângulo retângulo
Seja ABC um triângulo retângulo em que b=AC, c=AB; D é o pé da bissetriz do ângulo em A; k=AD.
Verifica-se que:
√2/k=1/b+1/c
Verifica-se que:
√2/k=1/b+1/c
27.4.11
Relações métricas no triângulo retângulo
Seja ABC um triângulo retângulo em A. Do ponto D, qualquer, da hipotenusa tira-se DE perpendicular
a AB e DF perpendicular a AC. Verifica-se que:
DB.DC=EA.EB+FA.FC
a AB e DF perpendicular a AC. Verifica-se que:
DB.DC=EA.EB+FA.FC
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